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Internacionalização de redes: pontos principais

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Vinícius Gonçalves

Consultor de negócios · 20+ anos de experiência

  • 2 min de leitura
  • Atualizado em 4 de dezembro de 2014
Internacionalização de redes: pontos principais
Internacionalização de redes: pontos principais

Com o mercado de franquias em pleno vapor - levantamento da Associação Brasileira de Franchising (ABF) revelou que no ano de 2013 o setor faturou R$ 115 bilhões de reais e ganhou quase dez mil novos pontos de venda, gerando crescimento nacional de 11,9% - muitas redes estão apostando na internacionalização de suas marcas. A internacionalização pode permitir à rede de franquia uma rápida expansão e tem grandes chances de ser um excelente negócio para franqueadora. Mas todo cuidado é pouco para que o resultado seja o sucesso. “Esse tipo de processo demanda o planejamento de forma consciente e com o domínio das regras e usos do comércio exterior”, ressalta Larissa Rocha Magalhães, advogada do escritório Cerveira Advogados Associados. O primeiro passo para do planejamento deve ser o estudo da concorrência ou dos mercados não explorados, bem como dos potenciais clientes da rede. Mas existem outros pontos que jamais devem ser deixados de lado. “É importante a verificação dos costumes e idioma do local a ser instalada a franquia, já que o produto ou o serviço a ser comercializado pode não ser “adaptável” àquele mercado”, orienta Larissa.

O papel do master-franqueado

Para representar a marca em outro país, existe o master franqueado, a figura que terá o controle da marca, na qualidade de empreendedor, mas que terá que pagar royalties à franqueadora, dona da marca. “Neste caso, é de suma importância verificar as barreiras econômicas, fiscais, ou até mesmo barreiras que diz respeitam à lucratividade. Ou seja, é preciso ajustar os valores a serem cobrados de forma que o negócio se mantenha lucrativo à todos os envolvidos”, observa. E a escolha do master franqueado pode ser uma determinante para o sucesso do negócio. “Uma vez que ele será o representante da marca em solo estrangeiro e, portanto, terá de conhecer a marca e dominar todos os aspectos importantes para a internacionalização, tanto quanto a franqueadora, até mesmo porque terá de oferecer suporte aos seus próprios franqueados”, finaliza Larissa Magalhães.

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Sobre o autor

Vinícius Gonçalves

Consultor de negócios · 20+ anos de experiência

Administrador pela UEG, consultor com mais de 20 anos de experiência e especialista em planos de negócios. Pai de três, marido e empreendedor.

Atuou na Algar Telecom, no SEBRAE e em diversos pequenos negócios. Aficionado por criação de negócios, gestão e mentalidade empreendedora. Criou o Kit Novo Negócio, usado por mais de 13 mil empreendedores em diversos países.

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